São Paulo mira R$ 120 mi por ano com parceiro, que estreia errando nome

  • Danilo Lavieri/UOL Esporte
    Renan Vilella, à esq. de Aidar, cometeu erro na apresentação
    Renan Vilella, à esq. de Aidar, cometeu erro na apresentação
O assunto não era futebol. Carlos Miguel Aidar, presidente do São Paulo, evitou a todo custo falar sobre bola rolando e estava com bom humor desviando das perguntas. Mas o evento que apresentou um novo parceiro para o clube nesta quarta-feira teve uma das gafes que o jogador mais gosta de cometer. Ao anunciar a nova ferramenta para o site, Renan Lemos Villela, sócio-majoritário do Busca Serviços Digitais, errou o nome da equipe.

"Eu queria agradecer o Sport Clube São Paulo", começou. Ruy Barbosa, diretor de marketing, imediatamente interrompeu: "São Paulo Futebol Clube!". Renan olhou, ouviu e, em seguida. "É muito importante para um time como o Sport Clube São Paulo receber uma ferramenta como essa", completou o empresário, desta vez, sem ser repreendido. 
Gaúcho, Renan pode ter confundido também com o nome do Internacional, mas a comparação com o Corinthians foi imediata entre os presentes no evento no Salão Nobre do Morumbi. 
Erro à parte, o novo parceiro promete trazer até R$ 120 milhões por ano para o São Paulo. E de uma forma simples. A cada compra que o torcedor faz, 10% será revertido aos cofres tricolores em forma de comissão.

A estimativa é muito alta e considerada como cenário ideal. Explica-se: para chegar a esse número, o São Paulo teria que os 4 milhões potenciais compradores gaste o que gasta em média um internauta: entre R$ 300 e R$ 360 por ano. Com isso, o total movimentado seria de aproximadamente R$ 1,2 bilhão. Disso, 10% iria para os cofres tricolores.

A barreira é transformar o potencial de compradores em realidade e, em seguida, fazer com que eles gastem a média.
"Hoje, o São Paulo ganha com produtos licenciados, que são cerca de 4 mil itens. Com a nova ferramenta, o time ganha um leque infinitamente maior. São 5 milhões de produtos", explicou Renan.
O acordo será de exclusividade no Brasil pelos próximos 60 dias. Depois, a empresa buscará novos parceiros no país. No exterior, outros tantos já usam da mesma estratégia para lucrar em países como Alemanha, Portugal e Itália. 
Do uolesportes
COMPARTILHAR:

+1

Comentários
0 Comentários

0 Comentario "São Paulo mira R$ 120 mi por ano com parceiro, que estreia errando nome"

Postar um comentário

COMENTE JÁ