"Se estivermos no fim do grid, não creio que seguiremos adiante", afirmou Tony Fernandes em janeiro; situação foi agravada com resultado da Marussia em Mônaco
No início do ano, o proprietário da Caterham, Tony Fernandes, deu um aviso: caso o time continuasse com os maus resultados em 2014, ele desistiria da Fórmula 1. A situação da equipe foi agravada pela conquista de pontos da Marussia no GP de Mônaco, que pôs fim à esperança da equipe malaia de superar a rival nanica e levar o dinheiro distribuído pela FOM para as 11 primeiras escuderias do grid. Com isso, a paciência de Fernandes parece ter chegado ao fim, assim como a jornada da Caterham no esporte, que, de acordo com o jornal “The Edge Malaysia”, acaba de ser posta à venda por 350 milhões de libras (cerca de R$ 1,3 bilhão).
- Minha mensagem para todo mundo é: precisamos de tudo neste ano. Se estivermos no fim do grid, não creio que seguiremos adiante. Nada está certo, mas após cinco anos e nenhum ponto, a paciência, motivação e dinheiro têm limite. Este é um ano decisivo, pois preciso sentir que estamos indo para algum lugar. Se eu sentir que estamos competitivos, ótimo. Mas se não estivermos, precisamos parar e pensar se faz sentido continuar. Se continuarmos dois segundos atrás de todo o grid, aí quer dizer que não progredimos – afirmou, Fernandes, em janeiro deste ano.